Nunca tive dúvidas de que não dá pra ter gato em apartamento se todas as janelas e sacadas não forem teladas (e BEM teladas, com todos os cantinhos bem fechados). Mas tem muita gente que acha que gato é um bicho que gosta de altura e que nunca vai cair de um lugar alto. Só que isso é uma lenda — já ouvi muitas e muitas histórias de gatos que cairam de não sei que andar — alguns até sobrevivem, a depender da altura, mas podem se machucar e muito. Acontece que, exatamente por não terem medo de altura, serem muito curiosos e ainda gostarem de lugares altos, é que o risco é grande. Basta uma bobeada, um cochilo e pronto. continue lendo ‘apartamento telado — minha experiência pessoal’
arquivo mensal de outubro, 2008
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Ficou muito fofo, Sandrinha! E essa Lia querendo mamar de qualquer jeito! Já vi filhote esperto, mas ela supera todos.
…tinha oito mafagatinhos! Os filhotes são de duas ninhadas diferentes. Os maiorzinhos são filhinhos da Carminha, a linda gatinha tricolor de olhos verdes. E os outros são órfãozinhos. A mãe deles foi atropelada. Um pessoal que cuida dos animais abandonados na Unicamp trouxe para a clínica que também nos ajuda. Mas eram muito, muito pequeninos para ficar bem sem uma mãe de verdade. Por melhor que seja o leitinho da Royal Canin, leite de gata, lambidas e carinho de gata fazem uma diferença enorme no desenvolvimento dos bebês. A Carminha, que foi resgatada por uma amiga nossa, prontamente adotou todos! Nesse tipo de situação é muito importante que os gatinhos todos recebam alimentação suplementar, para não sobrecarregar a gatinha. O risco de eclâmpsia (que é uma falta de cálcio no organismo que em casos extremos pode levar a convulsões e até morte) fica maior quanto mais filhotes a gata amamenta. Mas dona Carminha está muito bem, comendo bem, e nem está magra. Os bebês dela já estão começando a comer, e daqui a um mês e pouquinho poderão ser adotados. Aqui estão eles: Lisbela, Lia, Gudão e Lilás. Não são maravilhosos de fofos?
Nem só de gatos vive o adote um gato… Volta e meia aparece um cãozinho no caminho, e quem gosta de bicho não escolhe muito quem vai ajudar. A Belinha estava na minha rua, perdida, se arrastando… Mal parava em pé de tanta fraqueza. Fugiu de mim quando tentei me aproximar, mas consegui pegar. Fazia dias e dias que não comia! Agora está castrada, bem alimentada e prontinha para uma casa nova. Ela é mestiça de cocker com beagle, super amorosa e brincalhona e tem uns três anos. É uma cachorrinha especial: apesar de não ser completamente cega, não enxerga muito bem. Provalvelmente de nascença. Mas se vira (muito) bem! Não é linda?
Hoje recebemos um telefonema de uma amiga de nosso veterinário, pedindo socorro para duas gatinhas recém-nascidas que abandonaram na casa dela. A moça não entende nada de gatos, e muito menos de dar de mamar para bebezinhos. Não temos lugar para hospedar mais gatinhos no momento, mas temos leitinho, e temos jeitinho com pequenos… Pedimos para ela trazer. Quando chegaram, uma surpresa. continue lendo ‘duas gatinhas tadinhas’











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