arquivo mensal de outubro, 2008

Cliente ingênuo, mau veterinário: perigo

tra­du­ção: “Uau, você é um ótimo caça­dor!” “Não, na ver­dade sou é um pés­simo veterinário.”

Volta e meia temos gran­des pro­ble­mas com os gatos que doa­mos. Não, com os gatos não: o pro­blema são sem­pre os humanos!

Nosso tra­ba­lho, que já tem oito anos, vem sem­pre sendo apri­mo­rado. Como come­ça­mos aju­dando um abrigo daque­les bem hor­rí­veis, de taxa de mor­ta­li­dade que beira os 100% entre os filho­tes, real­mente sabe­mos como é pés­simo doar um gato doente. Péssimo pro gato, pés­simo pro ado­tante, pés­simo para nosso grupo. con­ti­nue lendo ‘Cliente ingê­nuo, mau vete­ri­ná­rio: perigo’

Plantão médico. Ops, veterinário!

Quem tem gato, sabe o perigo que eles cor­rem den­tro de casa. Curiosos como só eles, fuçam em tudo, batem com a pata em con­chi­nha em qual­quer coisa, viva ou morta. E aí, como mães e pais res­pon­sá­veis temos que tomar algu­mas pre­cau­ções e algu­mas vezes, até reme­diar a situ­a­ção. Vi este artigo e achei ótimo! Eu amo gatos, mas não sabia que cho­co­late fazia tão mal! Vivendo e apren­dendo não é? Nesse caso lendo… con­ti­nue lendo ‘Plantão médico. Ops, veterinário!’

O resgate de uma gata selvagem

Mais um dia chato de tra­ba­lho, tudo nor­mal, até eu escu­tar um miado, não um miado nor­mal “miau”, mas um “miau­uuu”, daque­les que dar dó. Tinha um gato preso em um cor­re­dor entre o meu ser­viço e o esta­be­le­ci­mento comer­cial ao lado. E para che­gar nesse cor­re­dor, é neces­sá­rio subir no telhado e des­cer por um muro bem alto.

Dois cole­gas de tra­ba­lho foram lá res­ga­tar o tal gato. Parecia ser uma tarefa fácil, o que real­mente era, mas não obti­ve­ram sucesso. Segundo rela­tos, o gato era muito arisco, sel­va­gem e fugia quando alguém se apro­xi­mava, escondendo-se em um cano pro­fundo. Então pro­cu­rei saber o que pode­ria fazer para tirar o gato de lá, e a pri­meira ten­ta­tiva foi comida. Como fui impe­dida de ir lá, segundo jus­ti­fi­ca­tiva, por ser mulher e o local ser de acesso difí­cil, pedi a um colega que levasse a comida por mim. Ele ten­tou, mas o gato fugia quando ele ten­tava pegá-lo. Isso se arras­tou por alguns dias. con­ti­nue lendo ‘O res­gate de uma gata selvagem’

entrevista na quarentena

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A Mariana, estu­dante de jor­na­lismo, foi fazer uma visi­ti­nha na clí­nica onde nos­sos peque­nos estão em qua­ren­tena, e entre­vis­tou a Gisele e o dr Manoel. Ficou muito legal! Obrigada, Mariana.

as gatinhas ex-tadinhas

Vinte dias de cui­da­dos inten­si­vos fazem toda a dife­rença. Olha só como a Tulipa (a mais escura) e a Rosinha estão lin­das. E os olhi­nhos azuis final­mente sara­ram e estão sau­dá­veis e bri­lhan­tes. Lembra de como elas che­ga­ram?

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