arquivo da categoria saúde

Reduzindo as pegadinhas ecológicas na hora do banheiro

catlitter7 São tan­tos tipos de gra­nu­lado para gato… é bem difí­cil esco­lher. Mas antes de falar dos gra­nu­la­dos, tem (que eu lem­bre)  outras opções mais ecológicas:

– Se sua casa tem um jar­dim grande, essa é a opção mais ambi­en­tal­mente  cor­reta: dei­xar o gato resol­ver o pro­ble­mi­nha dele no jar­dim. Geralmente eles esco­lhem can­ti­nhos e enter­ram o cocô, e não fica chei­rando mal. A natu­reza cuida da decom­po­si­ção e pronto.

– Ensinar o gato a ir na pri­vada. É ver­dade, dá certo! Tem sites que ensi­nam, como este aqui. Vão ser mais des­car­gas, mais água. Mas a rede de esgoto está pre­pa­rada para isso, e é bem mais eco­ló­gico que gra­nu­lado (leia abaixo), ban­deja, pazi­nha e sacos plás­ti­cos. Só que essa opção só é eco­ló­gica se seu gato não tiver acesso à rua e só comer ração, por causa do risco da toxo­plas­mose. O toxo­plasma pode ir para  rede de esgoto, ir para o mar e pre­ju­di­car ani­mais fofos como a lon­tra marinha. :-(

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Seu gatinho também fuma?

20070509210519Aproveitando a onda da nova lei anti-fumo, que tal pen­sar­mos tam­bém na saúde dos nos­sos bichinhos?

Pesquisa da USP mos­tra cor­re­la­ção entre tabaco e danos res­pi­ra­tó­rios em animais.Quando donos de cães e gatos fumam, a inci­dên­cia de tosse é maior quando com­pa­rada com donos não fuman­tes. E o cân­cer pul­mo­nar é 100% mor­tal entre os cachorros.

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O meu gato come plástico (ou lã, ou fios de telefone, etc.). E agora?

10004975.JPGÉ um pro­blema mais comum do que ima­gi­na­mos e aflige os escrav.…errr, huma­nos, que temem pela saúde dos seus bicha­nos. Esse tipo de com­por­ta­mento pode ocor­rer devido a uma série de fato­res, que podem ir desde uma doença mais séria até o gati­nho ente­di­ado que quer cha­mar atenção.

Essa mania de comer coi­sas que na ver­dade nunca deve­riam ser comi­das tem nome, e é uma doença: chama-se Síndrome de Pica, e afeta inclu­sive huma­nos (pica é uma pala­vra latina deri­vada de pêga, um tipo de pombo que come qual­quer coisa. E a sín­drome de pica faz exa­ta­mente isso: a pes­soa (ou no nosso caso, o gato) sente um ape­tite com­pul­sivo por coi­sas não comes­tí­veis, como barro, pedras, tocos de cigar­ros, tinta, cabelo…). As con­sequên­cias, tanto para huma­nos como para gatos, podem ser as mais desas­tro­sas pos­sí­veis, é claro.

Tá, então acho que meu gato tem isso, por­que está sem­pre mas­ti­gando o que não deve: saco­las plás­ti­cas, fios de tele­fone, malhas de lã, papel, plan­tas.… E agora, o que faço?

O mais óbvio é não dei­xar este tipo de coi­sas dis­po­ní­veis para que ele possa mastigar/engolir. Vigilância cons­tante! Mas nem sem­pre isso é pos­sí­vel. Colocamos abaixo algu­mas infor­ma­ções sobre o pro­blema, na espe­rança de dar uma luz. con­ti­nue lendo ‘O meu gato come plás­tico (ou lã, ou fios de tele­fone, etc.). E agora?’

Cliente ingênuo, mau veterinário: perigo

tra­du­ção: “Uau, você é um ótimo caça­dor!” “Não, na ver­dade sou é um pés­simo veterinário.”

Volta e meia temos gran­des pro­ble­mas com os gatos que doa­mos. Não, com os gatos não: o pro­blema são sem­pre os humanos!

Nosso tra­ba­lho, que já tem oito anos, vem sem­pre sendo apri­mo­rado. Como come­ça­mos aju­dando um abrigo daque­les bem hor­rí­veis, de taxa de mor­ta­li­dade que beira os 100% entre os filho­tes, real­mente sabe­mos como é pés­simo doar um gato doente. Péssimo pro gato, pés­simo pro ado­tante, pés­simo para nosso grupo. con­ti­nue lendo ‘Cliente ingê­nuo, mau vete­ri­ná­rio: perigo’

Para as mamães que já têm um bebê felino…Trazendo um bebê humano para casa

A che­gada de um novo bebê é um momento muito espe­cial, mas assim como com qual­quer grande mudança na casa, pode ser muito estres­sante para os seus gatos. Para expres­sar a sua ansi­e­dade alguns gatos, mesmo aque­les que foram cas­tra­dos, podem come­çar a ‘mar­car território’.

É melhor que um vete­ri­ná­rio exa­mine o seu gato antes de você tra­zer o bebê para casa. Doenças trans­mis­sí­veis de gatos para huma­nos não são muito comuns, mas exis­tem. Verifique que o seu gato não esteja infec­tado com algum verme e não tenha nenhum para­sita que possa ser um perigo em poten­cial para a saúde do bebê. con­ti­nue lendo ‘Para as mamães que já têm um bebê felino…Trazendo um bebê humano para casa’

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