São tantos tipos de granulado para gato… é bem difícil escolher. Mas antes de falar dos granulados, tem (que eu lembre) outras opções mais ecológicas:
– Se sua casa tem um jardim grande, essa é a opção mais ambientalmente correta: deixar o gato resolver o probleminha dele no jardim. Geralmente eles escolhem cantinhos e enterram o cocô, e não fica cheirando mal. A natureza cuida da decomposição e pronto.
– Ensinar o gato a ir na privada. É verdade, dá certo! Tem sites que ensinam, como este aqui. Vão ser mais descargas, mais água. Mas a rede de esgoto está preparada para isso, e é bem mais ecológico que granulado (leia abaixo), bandeja, pazinha e sacos plásticos. Só que essa opção só é ecológica se seu gato não tiver acesso à rua e só comer ração, por causa do risco da toxoplasmose. O toxoplasma pode ir para rede de esgoto, ir para o mar e prejudicar animais fofos como a lontra marinha. :-(
– Uma alternativa high tech para os cocôs é uma composteira, como essa americana aqui. Eu adorei. Usá-la com granulado de pinho talvez seja uma solução legal. E a composteira vai ser usada para todo o lixo orgânico da casa. Eu quero!
– Ainda antes do granulado, há a opção de jornal picado. Maioria dos gatos aceita bem, e você reaproveita o jornal. Você não estará comprando um produto industrializado, mas a etapa do saquinho plástico indo para o lixão não tem como escapar, o que é péssimo. Também precisa se informar sobre o tipo de tinta que o jornal usa: pode ser tóxica.
Os granulados
Existem quatro tipos básicos:
- de argila comum, que não forma montinhos
- de argila que forma aglomerados em contato com umidade
- de sílica
- de base vegetal, como trigo, pinho ou jornal
Para começar, todas tem o problema da industrialização, das embalagens e do transporte. Tudo bem insustentável. Mas as de argila são de longe as mais incorretas, pois argila é um recurso não renovável e sua obtenção é prejudicial ao meio ambiente. Maquinários pesadíssimos retiram uma camada da terra para chegar à camada de argila, que é normalmente bem fina. Assim, vastas áreas são devastadas. Esse processo vale para os dois tipos de argila, o que forma torrão e o que não forma. A que forma absorve o líquido e transforma em torrões insolúveis. Então adivinha o que acontece dentro do seu gato quando ele respira e lambe aquela poeira?
Além disso, a argila contém sílica, que pode causar câncer. Bom, então já falei sobre o granulado de sílica: é potencialmente cancerígeno. Ambas (argila e sílica) são descartadas em sacos plásticos e vão para o lixão – onde não se decompõem nunca.
As de base vegetal são menos incorretas, pois provém de recursos renováveis. Já vi de pinho, mas essa nunca testei. Uso a uma a base de trigo, que meus gatos gostam muito. Ela forma torrões que podem ser jogados no vaso (de novo, cuidado com a toxoplasmose). Para não ter que dar muitas descargas a mais, basta deixar as bandejas no banheiro e aproveitas a descarga de quando usar o vaso. Esse granulado a base de trigo é mais caro mas dura de 3 a 4 vezes mais que o de argila, então em questão de preço acaba equivalendo. Nos EUA eles tem granulados feitos de papel jornal reciclado e também feito de milho. Claro que aí podemos entrar na questão da monocultura, do cultivo convencional x orgânico, etc. Não é uma solução perfeita, mas é mais saudável para o gato e para o meio ambiente do que a argila.
Idéias, dicas, sugestões para melhorar? Dicas de marca de granulado vegetal? Conte aqui!









Adorei as dicas…acho que a privada está fora de cogitação em casa e o jardim — infelizmente — ainda não existe!
Por algum tempo vou ter que continuar no esquema areia, pazinha, saquinho…qual a sua dica? Areias biodegradáveis? Eu desisti dela porque o grão é muito pequeno e fica na patinha deles…cansei de acordar com uma porçaozinha de areia ao lado do travesseiro. Seguestões??
beijos e continue!!!
Atualmente uso os cristais da Chalesco, mas vejo q deve ter sentido esse lance do cancer por causa da Silica. Achei esse site em ingles q argumenta tb exatamente isso.
(http://petguru.wordpress.com/2008/08/18/silicosis-and-lung-cancer-news-silica-cat-litters/)
Vou ver se compro uma areia alternativa. Valeu pelas informacoes!
Abracos
Cássia: Eu uso a de trigo mesmo. Achei a melhor custo-benefício, não deixa cheiro e não faz mal. Uso um tapete embaixo da caixa de areia, daqueles de borracha da 3M, sabe? Funciona bem, quando vai lavar e fica sem noto a diferença na casa. Mesmo que fique uma sujeirinha o risco pra saúde dos bichanos não compensa. E pro meio ambiente também.
Ricardo: A silicose deve ser ainda mais comum que o câncer! Tenta usar uma vegetal sim, acho que você vai gostar. A de trigo é de longe minha favorita.
Eu tb sou fã incondicional da de trigo. Já experimentei várias aqui em casa, mas com 6 gatos é a única que dá conta do recado em matéria de controle de cheiro.
Já experimentei a de pinho, mas na época não me adaptei, e tive a impressão que os gatos não gostavam de pisar nela. Mas andei lendo vários comentários positivos sobre ela, então acho que vou fazer mais uma tentativa.
Ainda uso as “incorretas” :) Mas estou tentada a testar a de pinho porque por aqui (EUA) me falaram bem dela, em breve volto aqui para comentar o resultado! Quanto ao saco no lixão, por aqui tem uns sacos que demoram menos a se decompor, mas confesso que eu ainda nao usei deles… AH! Tenho jardim, mas morro de medo deles fugirem, aqui tem coiote…
Estela, muito legal abordar estes assuntos! Acho que não podemos só pensar na nossa saúde ou a dos nossos bichanos. Temos que pensar em sustentabilidade, responsabilidade com nosso Planeta, que tanto nos oferece.
Tenho uma dúvida: Nunca ví esta de trigo. É fácil encontrar? E é muito mais cara que as outras? Certamente compensa o custo/benefício, pois além de não fazer mal aos bichanos, é menos agressiva ao meio ambiente. Muito bom! ;)
Celina, aqui nesse site fala de vários tipos de areia mais ecológicas que tem por aí nos EUA: http://www.moderncat.net/2008/04/27/natural-cat-litter-comparison/
Milena, a de trigo que eu conheçco chama limpicat, acho que tá uns R$13,00 o pacote, mas rende beeeem mais que as de argila.
Olá!
Eu sei q não é o post correto, mas acabei d ver no twitter e não estou sabendo outra forma de falar a respeito…
O Puff, qto tempo ele tem? É macho e já está castrado? Se dá bem com outros gatos?
Estou resolvendo umas questões sobre mudança, conforme estou conversando com a Marilena, mas gostaria de saber mais informações sobre esse pequeno!!
Enquanto isso, vou resolvendo minhas coisinhas…
E sobre minha mudança, para onde vou levo meus 2 gatos, NUNCA os deixaria para trás, viu!
Aguardo!
Estela:
Eu vi em uma revista sobre gatos sobre uma areia que na verdade era feita de madeira de reflorestamento, pareciam uns “canutilhos”, vc sabe me dizer alguma coisa dela?
A Cacau já tem 01 ano e quase 1 mês, mas ela ainda é bem pequenina sim! Parece que é filhote ainda…mas está super saudável, pêlo super brilhante, olhos super vivos!
O tamanho pequeno dela axu q é pq ela foi achada mto novinha, com 01 mês de idade e com infecção no olhinho, né?
Bjoo
Oi,
Fui testar a Limpicat e antes de abrir já tinha pensado na possibilidade de atrair ou trazer insetos. Foi abrir o primeiro saco e sair uma barata enorme de dentro da Limpicat. Pensei que a Guabi fizesse algum tratamento para evitar insetos, bom, se faz não funciona, a barata veio bem viva. Foi para o lixo, R$50 dos 3 sacos sem uso foram para o lixo. Deu trabalho dobrado de limpar tudo de novo e colocar a areia tradicional, a Pipicat, que não faz torrão, mas nunca veio com bichos.
Alem do desabafo fica o alerta para essas areas biologicas feitas com trigo, milho ou mandioca. Cuidado com as baratas.
Silvio, seria muito interessante vc relatar o ocorrido ao fabricante, pois, mesmo sendo de trigo, ela deve obrigatoriamente passar por um controle de qualidade. O saco estava fechado, sem nenhum furo? É estranho também pensar que a barata tenha ficado presa sem oxigênio todo o tempo em que ficou na prateleira da loja.
Nossa, estranho mesmo! Eu uso a limpicat faz uns bons 4 anos, são de 6 a 7 sacos por mês, e nunca vi nenhum bicho, muito menos barata (ai, que nojooo!) É provável que o bicho tenha entrado no local onde fica armazenado na loja, o saco devia ter algum furinho…
Geeente, e eu usando essa chalesco, achando que por ser bem cara era a melhor prás minhas preciosas!! E eu nem tava gostando tanto não, tava achando meio nojento elas saírem da caixinha com as patinhas úmidas de xixi (pq a sílica não ‘chupa’ imediatamente o xixi). E agora vcs me vem com essa de que a sílica provoca CANCER!!! aaaaaaargh.
Tou voltando prá Limpicat mesmo — nunca achei barata nela não, e com certeza essa barata que entrou entrou pq tinha furo, não tem como a infeliz sobreviver sem ar lá dentro…
O único senão da Limpicat prá mim é a sujeira que fica em volta da caixa, qdo minhas lindas pulam fora dela com um pouco do triguilho nas patinhas.
Tinha pensando em colocar um pedaço de eucatex furadinho embaixo (a caixa delas fica no box do banheiro social, que ninguém usa). Mas gostei da idéia do tal tapete de borracha, é mais amorosinho. Minha irmã tb me falou que pôs um tapete embaixo da dela, e deu certo. Qdo limpa sacode o tapete e enfia na máquina e boa. Tudo certo.
E essa de pinho, que marca que é? tem na cobasi?
muito obrigada, Estela, por postar essas informaçõe, e abrir este espaço de conversa!
Outra coisa: alguém tem informações sobre a CASTRAÇÃO das bichinhas, se é necessária mesmo? elas tem mesmo mais facilidade de contrair doenças e durar só metade do tempo de vida delas por não serem castradas???
A minha irmã castrou as delas e eu quase morri de dó, vi as duas saindo da cirurgia, aqueles olhinhos estalados, abertos, parados, e agora sofrendo como só o pós operatório, se arrastando pela casa, trôpegas e parecendo bêbadas. Minha irmã botou o colchão da cama no chão e tá dormindo no chão com elas prá elas não pularem na cama dela e abrirem os pontos. A caixinha de areia tá no quarto e elas ficam querendo cobrir o cocô e o xixi e não aguentam, caem por cima, um horror, minha irmã tá quase louca toda hora acudindo as pobres. Sem falar que a veterinária disse que uma podia estranhar a outra e aconselhou minha irmã a colocá-las em quartos diferentes. Mas pasmem — uma delas estranhou mas foi a MINHA IRMÃ, e até deu uma mordidinha nela uma hora! (agora parou, já procura a presença dela de novo, e começou a estranhar a outra…)
E eu só me imaginando aqui com as minhas. Marquei prá dia 14 a castração das minhas mas estou apavorada… Todo mundo fala que a castração é um ‘ato de amor’ mas eu não sei não… Por favor, digam algo a esse respeito… Alguém já postou algo sobre? obrigada!
Uma vez li algo a respeito sobre usar farinha direto na caixa sanitária. Foi em alguma comunidade do orkut, mas o tópico inicial havia sido apagada, e eu só consegui ver as respostas, então fiquei sem saber qual era a da farinha. Alguém já viu algo a respeito?
Também já ouvi falar sobre uma madeirinha (devem ser esses canutilhos que alguém comentou aí em cima) que expande quando o gato faz xixi. Mas também nunca vi pra vender.
Eu usei o pipicat a vida toda, e agora estou usando uma outra que não lembro o nome. Nunca soube que fazia mal, e também nunca tinha parado pra pensar no problema da decomposição (vergonhosamente, pois sou biologa por formação). Vou procurar soluções.
Respondendo à Tania sobre a castração, é, sim, fundamental, mesmo em gatos que não têm acesso à rua. Tanto em fêmeas quanto em machos, a castração ajuda a prevenir o câncer em óvulos, ovários, mamas e testículos. As chances dessa doença caem assustadoramente, principalmente se a castração for feita antes do primeiro cio nas fêmeas. Fora que o cio é extremamente desconfortável para as fêmeas (e para os donos), e no caso dos machos, a castração evita que eles demarquem território em todo canto, e os mantém mais calmos.
Sim, eles voltam meio zuretinhas da cirurgia. Se estranham e até nos estranham, por causa da anestesia. Mas no dia seguinte já estão bem, e no máximo em uma semana já têm vida normal. Já castrei 3 gatas e todas foram muito bem sucedidas. Só uma dica: se você tiver a oportunidade de fazer numa clínica, ao invés desses lugares de castração popular, faça. Nesses lugares normalmente eles só esterelizam, ou usam algumas técnicas que normalmente sobra um tequinho do ovário, e aí vc acaba tendo que castrar de novo. Já vi acontecer mais de uma vez.
Gente, muito obrigada pelo retorno sobre a castração. Elas enfim fizeram, eu fiquei quase louca, mas agora estão ótimas. Algumas dicas para as pessoas mais neuras como eu:
1. a minha veterinária deixou que elas ficassem lá por alguns dias depois da castração. Eu consegui deixar só 2, pq não aguentei de saudades delas, mesmo indo 2x por dia lá, fazendo questão de dar eu mesma a comida e trocar a areia (levei os potinhos delas e a caixinha com o limpicat que elas estão acostumadas — acho que isso foi bem importante. Aí pensei (tarde demais pq devia ter feito isso assim que elas saíram da cirurgia, ainda zorozinhas) que devia ter emprestado ou alugado uma gaiola prá deixá-las seguras em casa mesmo! Quando as levei no 3o dia eu peguei a gaiola, mas que que elas, já meio boas, aceitaram ficar na gaiola. Miaram lancinantemente, e não aguentei e tirei as 2 da gaiola. E lá fui eu botar tudo no chão prá ver se elas não pulavam prá não abrir os pontos (a veterinária me botou um medão disso). Mas continuo achando que seria uma boa idéia, SE eu tivesse já trazido ainda moles da cirurgia dentro da gaiolona.
Foi barra ficar atrás delas dia e noite os 8 dias restantes, prá elas não pularem nem tirarem a roupinha da cirurgia. Elas não me estranharam, mas estranharam loucamente uma à outra, e o pior é que ficavam me olhando e miando como se me perguntando: cadê minha irmã??? e a irmã ali do lado… E elas fuuuuzzz prá ela… Fiquei pensando no tal do mal de alzeimer que diz que é assim — a pessoa chora de saudade da filha, e a filha na frente dela e ela sem reconhecê-la…
2. Achei bem importante ter levado as coisinhas delas prá quando elas saíssem da cirurgia não se sentissem tão longe da casa delas. Outra coisa que fiz foi botar um chale meu e uma blusa dentro da gaiola prá elas sentirem o meu cheiro. Se eu tivesse previsto isso acho que o melhor mesmo seria ter colocado um dos cobertorzinhos delas embaixo do meu lençol uns 2 dias antes da cirurgia prá ficar com o meu cheiro, e botar ele na gaiola da clínica, forrando, prá quando elas saíssem.
3. Observei que elas melhoraram a relação uma com a outra depois que eu tive a idéia de borrifar as roupinhas de ambas com o maravilhoso catnip — essa foi boa mesmo. Elas diminuiram o fuzzz legal (ainda fizeram alguns, mas bem pouquinhos, ainda mais percebendo que eu não gostava, elas tinham outro incentivo…)
4. Isso me deu outra boa idéia: eu uso aquele sabãozinho anti-pulgas maravilhoso Ibapet, que se a gente deixa 5min no corpinho delas antes de tirar (ai como elas miam…), as pulgas morrem mesmo. Aí imaginem como elas odeiam o cheiro do Ibapet… Então tive a idéia de antes de dormir lavar as MINHAS mãos com o Ibapet, prá elas ‘fazerem amizade’ com o cheiro dele, e não é que tá dando certo? A hora do banho é uma coisa tão desagradável prá elas, tadinhas, que acho que tudo que a gente puder fazer prá minorar o trauma tá valendo…
E assim vamos, minhas preciosas e eu, aprendendo um dia de cada vez a viver e a conviver melhor.
Muito obrigada pelo espaço e por me lerem e por escreverem, pessoal! afagos de patinhas para vcs…
não entendi isso de ‘problema’ da decomposição? Tem problema? Como é isso?
Com o Limpicat também? Ich
Eu vi esses canutilhos de pinho lá na clínica da minha veterinária, o fabricante deu um monte prá ela testar.
Não conversei com a vet ainda sobre isso, mas não gostei da cara dos tais tubinhos não. Mas pode bem ser preconceito meu, pq gosto muito da Limpicat…
Castração de fêmea é duro…a gente sofre taaaanto junto com elas, né?
A minha Cacau não deixei na clínica não, trouxe embora logo após!
Fiquei 3 dias agarradíssima, escutando td barulhinho e pronta para ligar pro vet a qq hora do dia ou da noite, caso algo aparecesse estranho…
Sou mto insegura, preferi estar perto, acompanhar!
Mas foram 3 dias dela paradinha, sem fazer nada!
Dps foi na marra, comidinhas à base d conta gotas…até q a vontade dela voltou! Mesmo com td supervisão ela arrebentou 1 ponto…nada grave, mas nem imagino como conseguiiu!
Filhos, né?!
Concordo com vc thais. Tive uma experiÊncia traumatizante com minha pequena Emília. Ela foi castrada a pouco tempo. Logo q voltou do vet ela ficou uns dois dias jururú, não comia nada, foi tudo na base do conta gotas. Depois de quatro dias um ponto arrebentou e suas víseras ficaram para fora, foi chocante, desesperadamente chamei o vet, que a levou de pronto. Consequencia a pobre Emília ficou internada mais uns três dias, tomando as medicações necessárias. Entretanto voltou muito bem, comendo legal e com um animo.
Puxa, não tinha visto os comentários novos, será que meu email filtrou os comments do meu próprio post? Que droga! Enfim…
- Limpicat: também uso há anos e nunca veio com bicho nenhum! Eu ODEIO barata, mas pelo menos (será, são tão nojentas!) uma baratinha ou outra não causa câncer. Falando sério: Silvio, precisaria reclamar onde vc comprou, ou com a própria Guabi.
- Sobre a castração, o problema é a anestesia, não a cirurgia em si. E como elas reagem depende de dois fatores: o medicamento usado e a reação de cada animal para aquele medicamento. Via de regra, gato não reage muito bem às injetáveis. Se for dos baratinhos então, os gatos demoram muito para voltar — quando voltam. Por isso acho complicado levar nessas castrações em massa, baratas ou de graça. Existem injetáveis mais seguros, mas não garantem que o bicho volte rápido. Na história do adote, que devem ter sido umas 500 castrações, perdemos dois gatos devido à anestesia injetável — e usamos uma de primeira, o dr Manoel não abre mão disso. MAS… o melhor é usar inalatória, mais segura, eles voltam rapidinho. Todo vet deveria ter a obrigação de dar essa opção, mais cara mas bem melhor. Quando tem algum gato que por algum motivo achamos mais delicado usamos a inalatória.
Nossa, bom saber que existe essa opção de anestesia inalatória. Se eu soubesse tinha escolhido, puxa. A vet não falou nadica…
Por isso acho bom esse tipo de espaço em que as próprias pessoas interessadas trocam informações. É como nas irmandades de anônimos — juntos conseguimos o que jamais conseguiríamos sozinhos…
Muito obrigada, Estela, por ter aberto este espaço. Ele disvirtuou um pouco do objetivo inicial (os granulados para banheiro), mas me ajudou demais, viu? agradeço mesmo!
beijão para vc e para as demais que escrevem aqui — Tânia
Gente, eu gostei dessa história dela usar o vaso sanitário, mas será?
Acho que ela sentiria falta de enterrar e acabaria se afogando rs
Curti muito o texto, eu nao conhecia todos esses tipos de “areia”, e parece bem legal experimentar e ver tbm a qual o gatinho se adapta mais.
Quanto a argila e a silica (areia) nao se decompositarem, isso é pq já sao materiales geológicos naturais, ou seja, de certa forma nao podem ser considerados como contaminantes, pois sao esses elementos o que formam os solos do planeta.
Quanto ao cancer, a silica em granulometria muito fina pode causa silicose, mas seria necessario ver estudos cientificos que comprovem silicose ou cancer relacionado ao o contato dos gatinhos com a areia.
Espero ter esclarecido um pouquinho.
Abraco,
Daniele
geóloga e mae de 4 gatinhos fofos
puxa, eu prefiro esperar estudos cientificos que comprovem que a silica NÃO dá silicose. E fico com dó dos gatinhos que serão usados nesse estudo… e aliviada porque com certeza não serão as minhas fofas não, pq elas se deram super bem com o triguilho (Limpicat) e eu também — o lance de poder jogar na privada é muito dez (saquinhos de cocô e xixi são muuuuuuito fedidos), e funciona legal… amassos de pãozinho a todos e todas!
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